SETOR AUTOMOBILÍSTICO BUSCA ATIVAR MERCADO
Desde abril, a indústria automobilística no Brasil utiliza o sistema de lay-off, que é a suspensão temporária do contrato de trabalho. Com isso, as empresas do segmento e as centrais sindicais querem retomar propostas com quem ocupar o cargo de presidente do país, sendo que, entre as discussões, está a proteção ao emprego com base no programa adotado pela Alemanha.

No Brasil, o prazo máximo do lay-off é de cinco meses, período em que parte dos salários é custeada pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Entretanto, já existe uma proposta do governo de ampliar o prazo para 12 meses, mas ainda sim o setor reivindica o dobro – mesmo prazo praticado na Alemanha.

No modelo alemão, há cerca de 50 anos, os trabalhadores têm a jornada e os salários reduzidos em período de crise, onde as empresas e o governo dividem a responsabilidade da remuneração dos trabalhadores, evitando possíveis demissões.